
"Domadoras de cobras, encantadoras de ritmos, ventres dançantes ligados as diferentes culturas, representando uma história, vivênciando as Deusas, são elas as bailarinas." Aprenda a dançar com o ventre...
Nossas aulas de dança do ventre têm como objetivo resgatar a antiga ligação da mulher com as suas raízes femininas, temos como compromisso a excelência na formação de encantadoras de ritmos com uma nova abordagem da dança do ventre. Ela volta às raízes, aos rituais femininos, ao culto dos antigos haréns, ao estudo das Deusas, ao auto-conhecimento, da criatividade, da vitalidade, da cura, do amor, da mulher, do verdadeiro sentido em dançar ao som de ritmos orientais; para que assim possamos revolucionar a dança feminina mais antiga de todos os tempos, sair das sombras e ganhar respeito.
Benefícios
Seus benefícios, tanto físicos como psicológicos,
são comprovados. Ativa a circulação sangüínea,
melhora o funcionamento do aparelho digestivo, dos rins e dos órgãos
sexuais. Proporciona a redescoberta do feminino, com todo o sensualismo
que lhe é peculiar. A movimentação específica
valoriza o corpo feminino e desenvolve muito a coordenação
motora. Com isso a mulher adquire maior consciência corporal e desenvolve
a sensibilidade.
Físicos
A dança do ventre torna o corpo mais solto e maleável, torneia
os músculos das pernas e braços, afina a linha da cintura,
trabalha a musculatura abdominal, solta a região do quadril e todas
as articulações. Além disso, previne a chegada de
artrites e artroses, com já dito, melhora a coordenação
motora, a respiração, a prisão de ventre e o desempenho
dos partos naturais. As mulheres adquirem ritmo e maior consciência
dos movimentos de cada parte do corpo.
Terapêuticos
A dança do ventre é uma excelente terapia. A mulher passa
por um processo de descobrimento ou de resgate da sua feminilidade e sensualidade
melhorando a sua auto-estima. Todo e qualquer movimento, antes não
percebido, passa a ser revelado. É um processo de autoconhecimento.
Metodologia
das aulas
Básico* Estudo
da história da dança e todas suas peculiaridades, introdução
dos passos, estudo dos ritmos árabes, treino de pequenas sequências,
dança com véu, exercícios criativos para o desenvolvimento
do entrosamento da aluna com a dança do ventre e o feminino.
Intermediário*
Introdução e desenvolvimento
dos ritmos foclóricos ( bastão, khaleege, derback, pandeiro,velas,
jarro, dabke, snujs, punhal e zaar), desenvolvimento e aperfeiçoamento
dos passos aprendidos no nível anterior, a ocupação
do espaço ao dançar ( passos de deslocamento); trabalho
aprofundado de braços, cabeça e tronco, sequências
elaboradas de passos e estudo da música clássica, estudos
de bailarinas nacionais e internacionais.
Avançado* Desenvolvemos
estudos para aprofundar ou resaltar o estilo ( como desenvolver ou descobrir
sua própria dança )da aluna, através de exercício
criativos que trabalharão o improviso; estudo da Raks el Shemadan
- Dança do Candelabro e espada; leitura corporal do ritmo; exercício
para diferentes expressões e também exercícios para
o crescimento individual na dança do ventre.
Nossa Proposta
Nossa escola tem com objetivo aprofundando
a busca pela iluminação e pelo auto-conhecimento, através do contato com
a dança, a história, a cultura e a vivência. Todos as aulas tem embasamentos
em pesquisas, estudos e fatores históricos; nossas professoras tem reconhecimento
internacional pelo seus trabalhos e suas danças. Venha
fazer uma aula experimental!
*Aulas especias de dança para crianças, gestantes e melhoridade. saiba mais
Trabalhando a mística feminina
♫Meditação
Feminina
( a busca pelo auto-desenvolvimento)
o Curso de meditação que tem como objetivo discutir e analisar
temas relacionados ao feminino, a dança e as deusas. No final fazemos
uma meditação criativa baseada no tema do dia. O curso está
aberto a novas integrantes, as interessadas podem entrar em contato por
e-mail!
♫Encontros na tenda: Em tempo antigos,
onde não existiam psicólogas e nem médicas; as mulheres se reuniam em
uma grande tenda e compartilhavam vivências, receitas medicianais, discutiam,
analisavam, apoiavam uma as outras; suas experiências de vidas eram suas
"armas" para conseguir sobreviver , a consagração final eram
sempre regada a muita música e dança! Venha conhecer
as raízes da comunidade feminina árabe. (Participação gratuita)

♫Rituais
da Lua Cheia: Na
terceira noite de lua cheia de cada mês realizamos um encontro que
reune, dança, filosofia, debate sobre temas femininos e relacionados
com a dança do ventre, música e estudo sobre as Deusas.
Valor R$ 3,00 por pessoa.
Calendário dos encontros com a lua:
| Janeiro |
Fevereiro |
Junho |
Agosto |
Setembro |
Outubro |
| 24 |
23 |
20 |
18 |
17 |
16 |
♫Peregrinação
Sagrada:
Vivemos
num mundo em que a vida passa mais rápido do que os ventos do sul. Para
nós estudantes dessa dança chamada tribal é essencial entrar em contato
com os símbolos da natureza e principalmente com os nossos próprios símbolos.
Essa peregrinação tem como objetivo entrar em contato com as nossas tribos
interiores e o encontro a natureza.
Publíco-alvo: alunas de dança tribal ou dança do ventre.
A peregrinação é gratuita porém há vagas limitadas.
Mediadora Prof. Simone Martinelli
§ Dança
Oriental e sua Origem

É considerada e aceita como uma dança cuja essência é de predominância egípcia, tendo tido passagem, segundo se acredita, pela Arte Religiosa do Antigo Egito. Existe uma grande possibilidade de ser esta dança, mais remota que os próprios faraós. E não há registros nos papiros sobre ser sua origem egípcia, como alguns ainda pensam.
Seu surgimento seria de mais ou menos 7000 anos atrás, relacionado aos cultos primitivos da Deusa-Mãe (recebendo os nomes de Gaia para os gregos; e personificada sob as formas de Nut, Isis e Hátor para os egípcios): tinha relação com o matriarcado e provavelmente por este motivo, os homens eram excluídos de seu cerimonial (Portinari, 1989).
Sabe-se que sob antigas formas de expressão, e
diferentes dos movimentos atualmente executados, foi praticada no Antigo
Egito, Babilônia, Síria, Suméria, Pérsia e Grécia Antiga, visando através
dos cultos de louvor, o preparo de mulheres para se tornarem mães (Penna,
1997).
Assim sendo, teses existem que supõem seu surgimento até mesmo entre povos
nômades da Arábia ou península do Sinai. Outros pesquisadores defendem
que ela poderia ter surgido em diversos locais ao mesmo tempo, tendo sido
levada a diversas partes do mundo antigo, pelos mais variados grupos de
ciganos.
Atualmente é uma dança desenvolvida mais freqüentemente
por solistas, sendo preparada em trabalhos sofisticadamente coreografados
ou improvisados.
Os fatos históricos dizem que ela progrediu da
esfera religiosa para uma forma de dança de entretenimento. Autor desconhecido.
"Mãe terra, grande mãe não
seria eu sua filha se não
dançasse sua dança."
Nassih Sari
§
A Dança
O ser humano saudável dança,
os mitos mais antigos narram que o mundo foi criado pela relação
íntima de Deuses e Deusas em uma dança sagrada. Dos tempo
em que mitos comogônicos narravam as danças ritualíscas
que traziam vida á terra, restam alguns sinais, como aquele que
hoje é chamado de dança do ventre.
As mulheres vem dançando desde de sua existência, lucy (a
primata) , quando se movimentava, pulava e gritava, já realizava
movimentos que podemos chamar de dança .
Nas antigas civilizações, o culto de fertilização
em honra das divindades femininas que protegiam as águas, terras,
as mães e filhos eram realizados através de danças.
As mulheres eram consideradas filhas da Deusa e esta dançavam para
estabelecer contato com a força dessa grande mãe. Essa ligação
da deusa com a dança, ou até mesmo a ligação
dos rituais com a dança, ficou durante muito tempo esquecida, foi
desimada com a chegada de outras religiões e de outras fases da
vida do ser humano.
Hoje, estamos em busca desta conecção, a dança vem
sendo utilizada de formas diferentes, mas visam os mesmo ideais. O hip-Hop
expressão corporal usada pelos jovens americanos e que vem ganhando
espaço aqui, é uma dança que representa um movimento,
um estilo de vida, se repararmos, seus movimentos estão interamente
ligados a força da terra; já o balançar dos corpos
na música eletrônica, estão ligados a uma dança
de "libertação" com seus movimentos de tronco,
braços e cintura.
A dança oriental, mais conhecida como dança do ventre, vem
crescendo e se modificando, seus movimentos estão ligados a expressões
da natureza e com os antigos rituais de fertilidade. Hoje existe uma fusão
de ritmos e uma variedade de estilos, ao observar duas bailarinas, você
verá diferentes intepretações desta arte. E é
essa expressão da alma que glorifica a verdadeira dança,
cópias ou padrões empobrecem a dança e não
criam nada novo além de bloqueiar a criatividade e a expressividade
individual de cada uma. A dança une as mulheres para que juntas
possam trocas experiências, movimentos e momentos!
A dança eleva a alma e fortalece o físico, nunca deixe de
dançar, de soltar a luz do seu inteiro, de ser você e de
conhecer você! texto: Simone Martinelli
"Se
soubesse como desvendar os mistérios do meu interior, talvez soubesse
desvendar os mistérios do mundo."Nassih
Sari
§
O Ventre, segundo
o Novo Dicionário Aurélio: " Nesta parte do corpo,
situada entre o tórax e a bacia, estão contidos os principais
órgãos do aparelho digestivo, excretor e reprodutor".
Se analisarmos essa definição é no ventre que simbolicamente,
captamos, digerimos o que pensamos, liberamos aquilo que não tem
importância e é nele onde está a função
mais importante e mais significante nas mulheres, gerar novas formas de
" ver a vida".
Todo esse simbolismo, nos leva a crer que o ventre é a nossa fonte
de energia, de consciência, de experiência. Antigamente, em
tempos antigos por incrível que pareça essa concepção
do ventre era mais real, as mulheres tratavam o ventre como a parte mais
importante, ele era cuidado, cultuado, dançado e reverenciado.
Nesse tempo, o contato com o ventre era essencial, existia a busca pela
sabedoria.
Segundo Lucy Pena, As mulheres dançavam em honra a Deusa e tinham
um relacionamento com o próprio corpo, comum há muitos séculos;
havia uma sabedoria naquele tipo de contato com o poder criador do ventre
que faz falta ás mulheres e aos homens atualmente.
Hoje o ventre é cultuado se for " malhado", definido,
caso contrário ele é descriminado, escondido, apertado em
cintas; gerar vida virou preocupação as mulheres grávidas
de hoje antes mesmo de começar o crescimento do bebê, já
se preocupam com a forma que iram ter e como voltar a sua boa forma.
Esse relacionamento é complicado, o que deveria ser o centro de
novas experiências, de mistério e conhecimento, vira o centro
da estética. Não estou levantando a bandeira da obesidade,
muito pelo contrário, é a nossa relação com
o ventre que precisa ser reavaliada.
Pense, de que maneira você se relaciona com seu ventre? Ele só
é lembrado quando tem má disgetão ou cólicas?
Temos que lembrar que o ventre "fala" com a nossa mente e coração;
é nele que sentimos aquele friozinho na barriga quando estamos
ansiosos ou nervosos, é nele que sentimos as famosas borboletas
quando apaixonadas e é também ele que avisa quando a comida
não é de boa qualidade. É no ventre que acontece
o milagre da vida, é nele que nossos filhos vivem até nascer,
quer relação mais importante que está? Afinal sua
primeira casa foi o ventre de sua mãe, foi lá que você
se estruturou e ganhou vida!
O despertar para o casamento alquímico com o nosso ventre depende
da busca do auto-conhecimento. Para as mulheres, uma das formas de entrar
em contato com o ventre é através da dança do ventre.
Com a dança, através dos movimentos, a mulher percebe fisicamente
a existência do ventre. Com o passar do tempo a mulher começa
a perceber o ventre mentalmente e depois com o coração e
a alma, segundo uma visão taoísta, o ventre só alcança
a plenitude quando sintonizado ao peito humano.
Se conseguimos essa ligação do ventre com o coração
e a mente quem sabe conseguiremos entender nosso eu e ser mais belas e
sábias!!
Texto:Simone Martinelli
"Dança
feminina, sagrada de ligação entre a mulher,
seu poder interno e as Deusas".Nassih
Sari
§INSTRUMENTOS USADOS NAS MÚSICAS ORIENTAIS
Bendir;
Daf ou req (tambor);
Kanum;
Derback;
Dof ou def – Pandeireta árabe sem os discos de metal;
Doholla – A maior das tablas árabes;
Dumbek, dumbec, doumbek, doumbec, darbuka – Tambor
turco;
Kawala – Flauta vermelha de origem turca;
Kanoun, Kanun, Qanun - Instrumento musical comum na Turquia
e em países árabes, que se assemelha a uma harpa;
Mizmar – Corneta árabe da família
do Oboé;
Ney – Flauta vermelha;
Oud – Alaúde;
Rababa – Instrumento musical feito de coco e tocado
como um violino;
Req, riq – Pequena pandeireta;
Rebaba – Instrumento musical com 1, ou 2 cordas;
Saz – Instrumento musical de cordas, de origem
turca;
Tabul – Grande tambor de dupla face.
Pesquisa: Factma el Samra
"Dança
que balança a alma, sacode minhas crenças e
transforma o meu pensar" Nassih
Sari
§ Dança do ventre e as Deusas
Não
podemos começar a discutir a Deusa e a dança do ventre sem
antes rever o passado.
Nas antigas religiões o culto da deusa era praticado pela maioria
dos povos. A Dança fazia parte desses cultos. Alguns movimentos
eram muitos parecidos com os da dança do ventre, Segundo lucy Penna
a criação desses movimentos e dançando os seres se
identificavam com a eterna roda da vida, aprendiam a compreender como
foi feito o universo e podiam constatar no seu centro o a chama criadora
que move em cada um.
A dança era um instrumento para “alcançar” os
deuses, deusas, a luz, a consciência. Com o passar dos tempos e
com o fim da religião antiga a dança foi adaptada para ser
executada como simples forma de divertimento, todo o conceito da prática
religiosa foi sendo esquecida e sofreu um enorme preconceito, um exemplo
disso é o relato na bíblia de Salomé.
A sua relação com a deusa e a deusa em si foi sendo substituída
por conceitos impostos pos aqueles que comandavam os novos tempos. Sua
banalização foi sendo enraizada. Porém a tentativa
dessa marginalização não se teve por completa, alguns
povos ou até mesmo algumas pessoas continuaram a acreditar nos
ensinamentos do passado e de uns tempos para cá a relação
com a deusa vem sendo revivida e através da dança do ventre
ela vendo sendo explorada e divulgada, mas será que essa exploração
está sendo positiva? O que diriam as sacerdotisas do templo? Essa
é realmente a antiga dança das deusas?
Essas perguntas cabem a cada uma de nós respondermos. A ultima
pergunta eu diria que não, essa não é a antiga dança
dos cultos a deusa, é sim, influenciada por ela.
A dança do ventre faz com que nos tornemos deusas e com isso chegar
mais perto da matriz, da mãe, é um mergulho em nós
mesmas, é um encontro com nossa feminilidade. Segundo estudo de
Patrícia Bencardini, os estados de consciência que podemos
atingir da deusa através da dança do ventre são:
• Danço porque sou a deusa;
• Danço porque represento a deusa;
• Danço porque sou uma parte da deusa;
• Danço porque estou mergulhada na deusa
Cada mulher, bailarina precisa saber manifestar a deusa de sua própria
maneira e consciência;
“A jornada do herói trata de viver o próprio destino
e não aquele que a sociedade define.”
Vivenciar a Deusa é o reencontrar a verdadeira essência da
mulher, a serpente tem uma simbologia muito interessante, ela vive trocando
de pele, quando está se movendo está continuamente mudando
sua forma e a cada ondulação ela troca sua imagem; uma cobra
é um animal com mil formas e ainda assim é uma cobra, isso
é vivenciar a deusa.
Temos que estar sempre criando, mantendo e destruindo nossos pensamentos,
nossos movimentos, nossa energia feminina, a energia da grande mãe
e com isso transformando nossa dança do ventre em dança
da deusa-mulher, do amor, da terra, da vida.
Texto: Simone Martinelli
"A dança do ventre tem o propósito de unir as mulheres, para que juntas celebrem o movimento da vida" Nassih Sari
Projetos
*A volta às raízes,
com esse intuito o Al Jawhara Danças
orientais criou o "Ventre dançante" uma nova abordagem
da dança do ventre. Ela volta as raízes, aos rituais femininos,
ao culto dos antigos harém, aos estudo das Deusas, ao auto-conhecimento,
da criatividade, da vitalidade, da cura, do amor, da mulher, do verdadeiro
sentido em dançar ao som de ritmos orientais; para que assim possamos
revolucionar a dança feminina mais antiga de todos os tempos, sair
das sombras e ganhar respeito.
*Batismo: A escolha do nome árabe
O batismo é um ritual em que a aluna escolhe o seu nome árabe,
o nome de bailarina é uma comemoração especial. Este
é realizado na escola e é opcional!
" Batidas de Pandeiro, Lua cheia
de mistério, música que soa movimento, Dança que
reflete a vida" Nassih Sari
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Oração Diária
Grande Mãe,
Que eu tenha hoje e a cada dia
a força dos céus, a luz do Sol,
o resplendor do fogo, o brilho da Lua,
a presteza do vento, a profundidade do mar,
a estabilidade da terra e a firmeza da rocha
Que Assim Seja e Assim se Faça...
Blessed Be...

