Mizna Tribal fusion
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Ao dançar, nos reencontramos com tribos do nosso inconsciente adormecido...
Uma mistura de conceitos, de idéias, de movimentos, geram a dança.
Uma expressão cultural respeitada e admirada por todas nós.
Uma viagem pelas tribos ancestrais da grande mãe, da natureza feminina...

Tribal Fusion,
" Uma arte hipnótica de dançar.
Uma meditação em forma de dança.
Traz em sua raiz uma mistura de culturas.
Sua bailarina a contempla em silêncio e dedicação.
A arte de dançar para si mesma..."

Nassih Sari e Rebeca Piñeiro

Nassih Sari ( Simone Martinelli)

Formada em Publicidde pela PUC-SP, conheceu a dança através de uma viagem aos Emirados árabes se encantou pela arte e desde de então sua dedicação e seu amor são cada vez maiores! Tem formação em Dança Oriental com as Profas. Hadra ; Dúnia La Luna; Mayara Al Jamila; Aysha Almeé; Patrícia Bencardini com o curso para formação e especialização de professoras de dança do ventre.

Participou de diversos workshops na área de terapias alternativas, psicologia e Dança Oriental, tendo nestes, cursos de filosofia oriental, pirofagia, psicologia da Alma ministrado por Gilda de Aquino; Workshops com bailarinas egípcias Rhanda Kamel e Raqia Rassan , e o bailarino egípcio Yousry Shari e também com a bailarina Argentina do famoso grupo Bellydance SuperStarts Saida, além do curso de ATS (American Tribal Style) e Tribal Fusion em 2006.

Desenvolveu vários Workshops e cursos entre "O método Sherazade de contar história ao dançar" e “A Dança do Ventre e Os 4 Elementos ". Atua como professora desde 2000. Ela é a idealizadora do Al Jawhara, são 5 anos dedicados ao estudo da dança e do feminino.

Rebeca Piñeiro

Rebeca Piñeiro conheceu o Tribal em 2006 em uma das dinâmicas das aulas de Dança do Ventre e desde então tem estudado esta arte. Hoje faz aulas regulares de dança do Ventre com Simone Martinelli e Tribal Fusion com Mariana Quadros, também participa de workshops para aperfeiçoamento de técnicas com renomadas bailarinas nacionais e internacionais como Sharon Kihara, Mardi Love, Ariellah Aflalo, Nanda Najla, Carol Schavarosk, Carlos Clark entre outros.

Em 2008, viajou para os EUA para estudar o ATS [American Tribal Style] que é a base principal para todos os estilos de tribais. Rebeca estudou 5 meses na Carolina do Sul com a professora Roxanne Roundtree, que é uma Fat Chance Belly Dance SISTER STUDIO.

Durante seu período de estudo no país, foi convidada a fazer parte do grupo oficial da escola e se apresentou com a Trupe HipNotic Rhythm em diversos lugares da Carolina do Sul.

Hoje é bailarina, professora e coreógrafa de ITS e Tribal Fusion , dona da Cia Ulan Daban de ITS e faz parte também da Trupe Mizna de tribal Fusion em São Paulo.

Nossa trupe, vai além das representações culturais, ela busca a primeira forma de dança, a dos animais; seus movimentos e sua simbologia fazem parte desta arte tão antiga e tão atual, a Dança tribal. Para nós, a Lontra representa o animal de poder.

Lontra A Magia da Mulher

A cura da Lontra engloba uma série de lições sobre energia feminina, lições aplicáveis tanto ao homem quanto à mulher, pois todos nós temos um lado feminino e outro masculino em nossa personalidade. A pele da lontra é freqüentemente utilizada para fazer sacolas de talismãs para mulheres de poder, porque simboliza a energia feminina em seu perfeito ponto de equilíbrio.

A lontra é uma mãe devotada, que é capaz de passar horas brincando com os seus filhotes, fazendo as mais fantásticas acrobacias. Ela vive na terra, mas sua morada é sempre próxima da água. Os elementos Terra e Água são os elementos femininos por excelência. Como a Lontra se sente em casa em ambos, ela é a personificação da feminilidade: esguia, suave e graciosa. A Lontra é a grande coquete do mundo animal!

A Lontra está sempre em movimento e é bastante curiosa. Ao contrário da maioria dos animais, ela jamais começa uma briga e só reage depois de ser atacada. Isto porque, com seu espírito alegre e aventureiro, a Lontra considera que todos em volta são seus amigos, até que eles provem o contrário.

Esses traços de caráter são as características de um lado feminino bem equilibrado, o nosso lado que permite que os outros penetrem em nossas vidas sem que tenhamos suspeitas nem, preconceitos. A Lontra nos ensina que a energia feminina bem equilibrada não é ciumenta nem maliciosa, é um espírito de irmandade, sempre feliz em compartilhar sua boa sorte, bem como em desfrutar a boa sorte dos outros. Ciente de que todas as realizações individuais trazem benefícios para a tribo como um todo, as pessoas do totem da Lontra sabem se regozijar com os triunfos alheios.

Nos velhos tempos, quando ainda imperavam as leis tribais, se uma mulher enviuvava, sua irmã oferecia o próprio marido para ela como amante, para que ela não se tornasse seca e amarga em virtude da impossibilidade de dar vazão aos seus impulsos criadores. Isto também faz parte da energia de cura da Lontra, pois o ciúme, a inveja e o medo de ser superada ou substituída não existem na mente bem equilibrada da Lontra. Ela está consciente de que todos os bens e todas as energias devem ser compartilhadas com o resto da tribo.

Quando a energia feminina é inteiramente destituída das artimanhas de controle, ela nos propicia uma experiência maravilhosa: a liberdade de amar sem ciúme. É a alegria de amar os filhos dos outros e de se regozijar com as suas vitórias como se fossem os nossos próprios filhos.
( Texto extraído do livro “Cartas Xamânicas” de Jamie Sans e David Carson )

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